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contos eróticos

camisa azul

Nas férias do verão passado, minha mãe inventou uma viagem mãe e filha, e escolhemos um hotel no interior para aproveitarmos o campo. Ao chegarmos no hotel, enquanto passávamos nossos dados na recepção e pegávamos a chave do quarto, vi um grupo de 3 homens conversando entre eles indo em direção a piscina.

O da esquerda era mais alto, usava uma camisa azul que ficava tão justinha que quase esqueci de checar os outros dois, que carregavam um cooler com algumas cervejas e uma caixinha de som. O do meio, de cabelos castanhos curtos, falava alto e empolgado, contando uma história, e o da direita ria nervosamente, não sei se pela história ser ruim ou se pelo cooler estar pesado.

Eu e minha mãe subimos para o quarto, e ela disse que gostaria de tirar um cochilo, porque estava exausta da viagem. Eu falei que estava curiosa e queria conhecer o hotel. Olhei pela janela e vi os 3 na piscina, tomando cerveja enquanto escutavam uma música que eu não conhecia, mas que curti muito. Eu não podia perder tempo, era o assunto perfeito para puxar conversa! Coloquei meu biquíni voando, peguei o protetor e desci com o meu óculos pra ver se, quem sabe, não rolavam uns olhares.

Assim que botei meus pés na área da piscina, ouvi o barulho de um deles deixando cair uma cerveja, e infelizmente a música tinha acabado de acabar. Escondi o riso com toda a minha capacidade teatral (que nunca foi muita) e deitei numa espreguiçadeira do lado oposto ao que eles estavam. Fingi estar lendo um livro, mas na real fiquei de ouvido ligado pra ver se escutava alguma coisa que pudesse virar assunto mais tarde. Deixei o livro de lado, coloquei os óculos em cima da mesinha ao lado da espreguiçadeira. Ah, porque não partir direto pra ação? Pulei na piscina de cabeça e nadei até a outra beirada, a que eles estavam. Assim que tirei a cabeça pra fora da água, vi que estavam os 3 prestando atenção em mim.

O de camisa azul parecia interessado em me conhecer, mas um pouco desnorteado pela minha presença. Tonto e distraído, perdeu a chance de me oferecer uma cerveja e começar a conversar, pois seu amigo dos cabelos castanhos curtos havia acabado de tirar uma do cooler para me oferecer. Sentei à mesa, e começamos a conversar. Eles eram primos, e estavam de viagem com o resto da família. Já era perto da hora do almoço, e precisávamos nos trocar para entrarmos no restaurante do hotel. Os 3, muito simpáticos, me convidaram para depois do almoço darmos uma volta pela cidade. Aceitei, mas agora sem a menor pretensão ou segundas intenções. Eles tinham sido super simpáticos, e, pelo que entendi, não tinham ficado muito interessados em outra coisa. Pelo menos amigos eu tinha por ali, pensei…

No caminho pra cidade, os primos que hoje mais cedo estavam carregando o cooler me contavam muito animados sobre as meninas que tinham convidado para aquele passeio. Quando entendi que ficaria de vela junto com o cara mais distraído, o da camisa azul, me interessei ainda mais naquele rolê. Apesar de ser o que menos tinha conversado comigo até agora, ele era bem charmoso e aparentemente interessante. Fazia o tipo misterioso, o que me fez, é claro, deseja-lo ainda mais.

No lugar mais badalado da cidadezinha tinham uns botecos bem típicos do interior, além de uma sorveteria ali, atravessando a praça. Sentamos em um banco enquanto esperávamos as meninas chegarem, jogando conversa fora. Não sei se era impressão minha, mas sentia o cara mais distraído, agora com uma camisa que mostrava bem mais aquele corpo delicioso, me olhando de canto enquanto os outros dois falavam sem parar. Achei que era coisa da minha cabeça, e continuamos conversando até as duas meninas chegarem. O de cabelos curtos levou uma delas em um bar da praça, e o outro, mais tímido, levou a segunda menina na sorveteria. Restamos, enfim, só eu e ele sentados no banco. Comecei a ficar meio tensa e senti minhas bochechas esquentarem.

Depois de um minuto de pura tensão entre nós dois, em que ele olhava pra minha boca enquanto eu hesitava em falar, ele enfim me provocou… afirmando que ficamos mesmo de vela. Concordei, já rindo maliciosamente, e ele me perguntou se eu gostaria de resolver isso. Não pensamos duas vezes, ele chegou bem perto, segurou meu queixo e acho que demos o maior beijo que aquela cidadezinha já viu, o vento soprou mais forte, os pássaros cantaram mais alto e o arrepio subiu pelas minhas costas.

Passado um tempo, os outros dois dates em paralelo voltaram, e caminhamos os 6 juntos para o hotel. Eles não chegaram a perceber que ficamos. Senti que foram os únicos da cidadezinha inteira que não perceberam, de tão mágico que foi aquele beijo. Conversávamos normalmente, sem demonstrar o tanto de química que rolou entre nós dois. Toda vez que nossos olhares se cruzavam, faíscas pulavam e se encontravam entre nossos corpos eletrizados. Os outros 4, mais interessados em outras distrações, mal percebiam a tensão sexual tomando conta do ambiente. 

Foi ficando tarde, papo ia e vinha, e ele disse que iria dormir.

Naquele momento, o mundo parou pra mim. Talvez fosse a última vez que eu teria essa oportunidade. Ele e os primos iriam embora na manhã seguinte, eu não tinha escolha: reuni toda a minha coragem, levantei e o segui até o elevador. Consegui alcançá-lo a tempo dele segurar as portas. Ele olhou no fundo dos meus olhos e perguntou, com todo aquele tesão acumulado na nossa carne, se eu buscava mais. Em resposta, entrei no elevador e lancei um dos beijos mais deliciosos que já dei na vida.

Apertei o botão do último andar, querendo a certeza de que não seríamos interrompidos por absolutamente nada. As portas se fecharam, e me virei para encará-lo de novo. Estávamos nos beijando alucinadamente quando ele desceu lentamente a mão e parou um segundo pra elogiar minha saia. Antes mesmo que eu pudesse entender, ele ajoelhou olhando nos meus olhos e começou a me chupar com uma vontade que pouquíssimas vezes eu tinha visto na vida… Ele passava a língua pelo meu clitóris, com a pressão exata, a ponto de precisar tapar minha boca pra eu não soltar um gemido que acordaria tranquilamente um andar inteiro do hotel. Aquela língua na minha buceta e a pura adrenalina de ser pega era simplesmente inexplicável… não conseguia me concentrar mais em ficar quieta e estava extremamente difícil manter o que restava da minha compostura…

Depois dele chupar cada gota minha, ainda no elevador, as portas se abriram, ele se levantou, eu o peguei pela mão e corremos pro banheiro do corredor. Ele me perguntou se eu tinha alguma questão com locais privados, e dei risada. Ele concordou que era mais gostoso quando tinha chance de alguém pegar a gente ali no ato, ou, ainda, que alguém ficasse escutando nosso gemidos… Tanto tesão precisa ser compartilhado com o mundo, né não?

Entramos em uma das cabine do banheiro, não nos importava qual, eu só precisava que aquele gostoso metesse em mim com muita vontade… Eu tava simplesmente enlouquecida pra sentar nele, e parecia que ele sabia, porque ficava me provocando e simplesmente não deixava. Tentei colocá-lo sentado na privada, sem sucesso. Tentei montar nele enquanto o beijava contra a parede da cabine, e, outra vez, sem sucesso. Fui abrindo botão por botão da camisa já transparente de tanto suor e tesão, passando a ponta da minha língua pelo corpo dele, e agora quem segurava os gemidos era ele. Enquanto ele se segurava, tirei as calças, a cueca, e comecei a passar a língua devagar por todo comprimento daquele pau delicioso e duro que nem uma pedra.

Só faltava ele me implorar, cada suspiro abafado pedindo pra que eu enfiasse a rola dele inteirinha na minha boca. Ele deliciosamente me levantou, me colocou contra a parede da cabine, já quente pelo calor dos nossos corpos, começou a me beijar e tirou uma camisinha do bolso. Não consegui esconder o sorriso. Antes de me penetrar, ele tirou minha camiseta, afastou meu sutiã com as mãos e começou a chupar meus peitos. Fechei os olhos de prazer, me deliciando com cada segundo daquele curto momento. Ele me levantou contra a parede da cabine e passei as pernas em volta dele. O prazer era tanto que os dois, ao mesmo tempo, viraram as cabeças pra trás. Comecei a quicar e o tesão aumentava absurdamente… Ele me olhava no fundo dos olhos, pegou meu cabelo pela nuca e meteu mais fundo.

Eu me contorcia de prazer, já tava ensopada, quando fomos surpreendidos pelo som de alguém chegando. Continuamos, mas em silêncio, com ele tapando a minha boca, e essa tentativa de não gemer só me deixava com mais tesão… ele me trouxe pra baixo, apoiei minhas duas mãos no vaso, e mostrei pra ele que eu queria mais… Enquanto ele voltava a meter, comecei a estimular meu clitóris com uma das mãos e, se continuasse naquele ritmo, com certeza eu ia gozar… Mas pra me sacanear, ele parou um pouco antes. Eu já estava ficando impaciente, mas aquilo me deixava com ainda mais tesão, até que ouvimos o cara perguntando se tinha alguém no banheiro. Deixei ele responder que estava tudo bem enquanto a pessoa oferecia ajuda, já que estava ouvindo “muitos barulhos”, e eu comecei a chupá-lo sem dó.

Ele tentava se concentrar em responder às perguntas do cara a qualquer custo, mas tava praticamente gemendo em voz alta. Eu não sabia se ria ou se continuava, porque estava uma delícia ver aquele homem delicioso completamente refém do meu oral. Chupei com toda a vontade enquanto massageava as bolas dele, e pra me vingar, eu parei quando ele estava prestes a gozar.

Ouvimos a pessoa finalmente sair do banheiro e, muito rápido, ele me levantou, me deixando com a bunda virada pra ele. Me inclinei pra frente e apoiei um braço na parede. Sua mão segurava meu quadril enquanto a outra colocava seu pau dentro de mim, bem devagar. Ele começou a meter com vontade enquanto sua mão que estava livre deslizava pela minha coxa com vontade, alcançando minha buceta. Ele batia uma e metia, ao mesmo tempo… eu me controlava para os gemidos não saírem altos demais. Ele continuou metendo, quando, em uma sincronia surreal, nós dois chegamos ao orgasmo juntos. Eu estava até desnorteada de tanto prazer. Sorri, ele sentou na privada exausto, e sentei no colo dele. Nos beijamos, e tínhamos certeza que tudo aquilo ali era só o começo de muito, mas muito tesão juntos.

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